-Na sonoridade de um "grito" rural,
- Num silêncio cumplice em fantasias,
-Plantar em cada vaso um certo sorriso de olhar adolescente,
-Esculpir pelas trepadeiras,
-Os gestos das nossas mãos descaídas em nossos corpos,
-Quanto "sonhei" amar aqui.../... Amor,
-Exorcitar a lividez granítica da urbanidade...
-Oh! Amar assim...
-O tempo não parou...
-E tu amor...não passaste por aqui
VITOR MARQUES
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