Estou só?
Não, sinto-me só
e desfeita.
Tenho a alma revestida de saudades
e de deliciosos momentos
mas não de esperanças.
Ouço a tua voz insegura
dizendo sempre que vens, que ligas.
Serenamente espero
porque sei que...
Não ligas e não vens.
Margarida Cândida Jorge (7/5/2011)
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