Margarida Cândida Jorge
sábado, 30 de julho de 2011
Dei-me....
Dei-me ...
a ti por inteiro
de alma e corpo.
Sinto...
a dor da ausência
do silêncio
Mas hei-de
ficar em segredo
e sobreviverei...
Margarida Cândida Jorge (25/7/20011)
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