Pintura de Helena Abreu
Feiticeira de palavras.
O mundo abre-se?
Não! Isso não chega
O universo é teu!
Força e beleza tua
das tuas palavras
nascem eternos versos
e, tudo serve
sinto os poemas
tocam na minha essência
caem-me lágrimas
censuras-me.
Sinto-me feliz
Surgem borboletas
pérolas e rendas
ofereço safiras
porque me transfomas
no melhor que sonhei ser
Simplesmente porque te conheci...
Margarida Cândida Jorge
Apúlia, 2 jULHO DE 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Serei toupeira?
Pintura de Margarida Cândida Jorge
Vivo nas trevas
Serei toupeira?
Não! Sou guerreira e feitiçeira
tenho asas de condor
brilharei com todas as cores...
Margarida Cândida jorge (5/7/2011)
Vivo nas trevas
Serei toupeira?
Não! Sou guerreira e feitiçeira
tenho asas de condor
brilharei com todas as cores...
Margarida Cândida jorge (5/7/2011)
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Num céu..
Num céu de um azul noite
desenhada por raios
gravam poemas
contam histórias
e nascem sonhos...
(3/7/2011)
Margarida Cândida jorge
desenhada por raios
gravam poemas
contam histórias
e nascem sonhos...
(3/7/2011)
Margarida Cândida jorge
Nas correntes do Mar...
Nas correntes do Mar
cai um raio
vindo de um céu azul profundo
para me sentir ligada a ti.
(3/7/2011)
Margarida Cândida Jorge
cai um raio
vindo de um céu azul profundo
para me sentir ligada a ti.
(3/7/2011)
Margarida Cândida Jorge
Segurança...
Sobre a ternura da areia
ficaram marcas delicadas
Ao som da música das ondas
vi um forte de rochedos
descobri segurança
pensei que a tinha perdido...
(3/7/2011)
Margarida Cândida jorge
ficaram marcas delicadas
Ao som da música das ondas
vi um forte de rochedos
descobri segurança
pensei que a tinha perdido...
(3/7/2011)
Margarida Cândida jorge
Segredo...
Sensual a minha verdade,
Cativa na imaginação que me provoca,
Faço por ignorar a razão,
Impelido pelo desejo que me toca o coração,
Possuído estou pela tentação de ter,
De amar,
De poder chorar sem sofrer,
Faço por inventar ou descobrir uma saída,
Nesta corrida fracassada contra o tempo,
Simples o momento que tarda a chegar,
Que faz adiar o sabor único que me deste a provar,
Pura a ansiedade que me percorre as veias,
Perdido nas teias da realidade que sem ti abomino,
Esqueço-me que nada domino e tudo faço por fingir,
Que o destino posso corrigir, contrariar,
Só assim me dou conta do que estou a inventar,
Não me digas não,
Concede-me a solução,
Liberta-me da moral, do medo,
Expõe tu este meu segredo também,
Só assim poderei acordar talvez e ficar bem…
Luís MCFerreira
Cativa na imaginação que me provoca,
Faço por ignorar a razão,
Impelido pelo desejo que me toca o coração,
Possuído estou pela tentação de ter,
De amar,
De poder chorar sem sofrer,
Faço por inventar ou descobrir uma saída,
Nesta corrida fracassada contra o tempo,
Simples o momento que tarda a chegar,
Que faz adiar o sabor único que me deste a provar,
Pura a ansiedade que me percorre as veias,
Perdido nas teias da realidade que sem ti abomino,
Esqueço-me que nada domino e tudo faço por fingir,
Que o destino posso corrigir, contrariar,
Só assim me dou conta do que estou a inventar,
Não me digas não,
Concede-me a solução,
Liberta-me da moral, do medo,
Expõe tu este meu segredo também,
Só assim poderei acordar talvez e ficar bem…
Luís MCFerreira
Mãe...
Mãe...
És grande
mas não podes estar
em todo o lado
o tempo todo.
Para não me faltares
ofereces-me
todos os teus bens
com todos os teus haveres
com todos os teus empregados
com a melhor
da tua boa vontade
e eu aceito.
Maria José Meireles
Sábado 2 julho de 2011
És grande
mas não podes estar
em todo o lado
o tempo todo.
Para não me faltares
ofereces-me
todos os teus bens
com todos os teus haveres
com todos os teus empregados
com a melhor
da tua boa vontade
e eu aceito.
Maria José Meireles
Sábado 2 julho de 2011
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